Master Mold / Engenharia reversa e nacionalização
Peça importada, quebrada ou sem nenhum desenho técnico. A partir da amostra física, remodelamos, prototipamos e colocamos de volta em produção.
Faixa de tolerância usual nos nossos trabalhos de usinagem.
Engenharia reversa é o processo de recriar o projeto de uma peça a partir dela mesma — não do desenho técnico, que muitas vezes não existe mais ou nunca chegou até você. Medimos a amostra física, modelamos em 3D e validamos antes de usinar. Nacionalização é a mesma lógica aplicada a peças importadas: o objetivo final é ter, aqui em Rio Preto, um equivalente nacional que encaixa e funciona como o original — às vezes melhor, quando dá para ajustar material ou tratamento térmico no caminho.
Prazo de importação de semanas ou meses para uma peça que sua linha não pode esperar.
Máquina mais antiga que o fabricante original, que já não existe ou não atende mais o modelo.
A peça quebrou, o desenho nunca existiu ou se perdeu — só resta a peça física, mesmo que incompleta.
A peça original quebra sempre no mesmo ponto — a reversa é a chance de corrigir o projeto.
A peça física, mesmo quebrada ou incompleta. Fotos ajudam a pré-avaliar, mas a medição de precisão precisa da peça em mãos.
Levantamos as cotas reais e reconstruímos o projeto em 3D, já pensando no processo de fabricação.
Antes do lote, uma peça de teste confirma encaixe e funcionamento na aplicação real.
Validado o protótipo, seguimos para a quantidade que você precisar — unitário ou seriado.
Engenharia reversa só vale a pena se a peça final tiver a mesma precisão da original.


É recriar o projeto de uma peça a partir dela mesma, sem depender do desenho técnico original. Medimos a amostra física, modelamos em 3D e só então usinamos.
Na maioria dos casos, sim. A partir da amostra ou de fotos detalhadas, desenvolvemos o equivalente nacional — o processo de nacionalização é exatamente esse.
Fotos ajudam numa pré-avaliação, mas a medição de precisão precisa da peça física, mesmo incompleta ou quebrada. É a partir dela que as cotas reais são levantadas.
Depende da complexidade da geometria e do material. O prazo é informado depois da avaliação da amostra, antes de qualquer usinagem — sempre com protótipo primeiro.
Sim, e costuma valer a pena quando a peça original tem um ponto de quebra recorrente. Ajustamos material ou tratamento térmico para durar mais que o original.
Respondemos com uma pré-avaliação e o prazo para o protótipo.
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